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Os Desafios da Nova Gestão em Recursos Humanos

A área de Recursos Humanos nas empresas vem há muito tempo convivendo com notícias das mais diversas origens, a maioria delas focadas  nas mudanças que estão ocorrendo no contexto das relações humanas, trabalhistas, sociais e ambientais, isso em todo o mundo, é evidente e não temos como contestar.

No Brasil, como em todo o mundo, a atividade realizada pela área de Recursos Humanos vem se transformando a cada dia. Atualmente, seu principal desafio é acompanhar a evolução na forma como se administram as empresas em uma economia globalizada num mundo ligado pela tecnologia da comunicação. Cabe ao Gestor de RH, buscar novas fontes de estímulo, de recompensa e de contínua aprendizagem para as pessoas nas empresas. Assim, o RH deve ser o suporte de todas as mudanças almejadas, colocando em prática a missão, a visão, os valores, e a cultura da empresa. Uma das maiores dificuldades enfrentadas pela área de RH, está na demora em mostrar resultados de suas ações, o que pode ser solucionado com uma verdadeira e transparente política de comunicação e “feed back” praticados.

Em decorrência desta convergência, o modo como se faz Gestão de Recursos Humanos no Brasil tem sido modificado de maneira considerada. Se até bem pouco tempo atrás o foco dos administradores do Departamento de Recursos Humanos estava em realizar atividades burocráticas e de controle, atualmente, a forma como se gerem as Pessoas passou a ser um diferencial estratégico independentemente do porte ou nacionalidade da empresa.

Muitos dos assuntos têm sido abordados para a mudança de postura dos Gestores de Recursos Humanos, giram em torno de: Descentralização, Consultoria Interna, Planejamento Estratégico, Administração de Mudanças, Gerenciamento Participativo, Comprometimento, Envolvimento e Motivação dos Funcionários, etc. O mercado da empregabilidade tem mostrado, que se os Gestores de RH não mudarem e se modernizarem em seu modelo de atuação, deixando de ser para alguns, “um mal necessário”, em pouco tempo estarão fora do mercado de trabalho.

Deste modo o foco do Departamento de RH amplia-se. Além de continuar respondendo por questões de cunho operacional, passa também a ser responsável direto por ajudar a empresa a atrair, reter e desenvolver as pessoas que compõem o seu negócio.

Em muitas empresas brasileiras estas preocupações começam a fazer parte de seu dia a dia, porém, muitas das práticas empregadas no Departamento de RH atendem as necessidades de âmbito operacional. Necessidades que podem ser melhor explicadas pelos acontecimentos históricos que marcaram a relação de trabalho no Brasil, e que, sem dúvida trazem reflexos até os dias de hoje.

Um RH moderno, não comporta mais decisões com base na informalidade, exigindo competência, velocidade, agilidade e assertividade, o que  poderá ser obtido através de um contínuo aperfeiçoamento e com a prática da Gestão participativa.

Para muitas empresas, a mudança da gestão dos RH, para um modelo moderno, é  ainda uma utopia, principalmente pela cultura reinante há anos, onde a centralização do poder, transparência das ações e a participação dos funcionários, mais parece um “bicho de sete cabeças”.

Portanto, temos certeza absoluta, que a implantação de um novo modelo de  Gestão de RH nas empresas,  com a responsabilidade sendo delegada a um Grupo Gestor Interno, será a melhor contribuição que os atuais Gestores de RH, poderão dar,  contribuindo assim para  o fortalecimento e  melhoria da competitividade de suas empresas.

“Não são as espécies mais fortes que sobrevivem, nem as mais inteligentes,
e sim as que respondem melhor às mudanças”.
(Charles Darwin- Naturalista Inglês)

São desafios e decisões simples de tomar e cujos resultados logo aparecerão, como; maior participação e valorização da área de RH, melhor planejamento das atividades,  maior motivação dos funcionários, maior envolvimento e comprometimento,  tanto quanto na melhoria da organização interna, diminuição de conflitos, aumento do espírito de equipe, redução dos custos operacionais com a diminuição de  erros falhas e  desperdícios, impactando assim na melhoria da qualidade e  produtividade de produtos e serviços, e por fim da própria competitividade das empresas.

Enfim, o resumo de tudo é como trilhar um  caminho, que sem desqualificar o atual estágio de desenvolvimento dos Recursos Humanos, possa impactar sensíveis mudanças no ambiente organizacional, elevando a qualidade, a produtividade e a competitividade das empresas.